Como escolher o plano de saúde ideal para pequenas empresas?

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Investir na saúde e bem-estar do colaborador por meio da oferta do plano de saúde já se tornou política administrativa de muitas empresas. Esse benefício é, hoje em dia, uma ferramenta muito importante para atrair e reter talentos dentro das empresas, e também para motivar a equipe de funcionários. Além de trazer mais segurança para o empregado e seus familiares, o plano de saúde ideal garante funcionários mais saudáveis e, consequentemente, dedicados e produtivos.

 

Não à toa o plano de saúde é o segundo aspecto mais valorizado pelos profissionais ao analisarem uma oferta de emprego, perdendo apenas para o salário propriamente dito. Ao tratarmos de micro e pequenas empresas, o impacto do plano de saúde pode ser ainda maior, já que essas organizações contam com uma equipe de funcionários mais enxuta, onde todos os funcionários são extremamente necessários e as faltas e afastamentos por motivos de doença trazem consequências ainda mais graves para a dinâmica dos negócios.

 

Dada a importância do plano, sua contratação deve ser feita de maneira bastante criteriosa, levando em consideração uma série de aspectos que ajudarão o gestor a escolher o plano de saúde ideal aos funcionários e à empresa como um todo.

 

Neste artigo, trazemos uma série de passos que devem ser seguidos pelo gestor na hora de escolher o plano de saúde ideal. Que tal acompanhar nossas dicas?

 

Passo 1: avaliar o perfil da equipe

O primeiro passo é coletar dados básicos dos colaboradores, como sexo, idade, local onde mora, histórico médico, presença de doenças crônicas, quantidade de filhos, entre outras informações. O objetivo desse levantamento? Traçar o perfil do funcionário da empresa e compreender quais são os principais atendimentos médicos que ele pode precisar no futuro.

 

Passo 2: flexibilizar os tipos de cobertura

Caso sua empresa possua um quadro de empregados muito heterogêneo, uma boa ideia é pensar em diferentes formas de cobertura. Por exemplo, caso um funcionário da empresa seja responsável por vendas e viaje bastante, a cobertura do plano de saúde deve ser nacional. Já no caso de funcionários que trabalham e residem na mesma cidade, vale a pena investir num plano regional, que pode ser até 30% mais barato que os planos nacionais.

 

Passo 3: prestar atenção ao reajuste do plano de saúde

O reajuste dos planos empresariais funciona de maneira diferente dos planos individuais e por isso deve ser analisado com cautela. A base de cálculo da taxa de reajuste leva em consideração a inflação dos itens médicos, a faixa etária dos usuários a o índice de sinistralidade. Esse último fator merece uma grande atenção do empreendedor já que está relacionado diretamente à forma como os funcionários utilizam o plano. Dessa maneira, saber como usar o plano de saúde de maneira correta é uma ótima maneira de evitar aumentos desnecessáriosNo passo 5 vamos falar mais sobre o assunto.

 

Passo 4: ficar de olho no prazo de carência

A carência diz respeito ao período de tempo entre a contratação do plano de saúde e a efetiva possibilidade do beneficiário usufruir dos serviços médicos. Nos planos coletivos que contam com 30 usuários ou mais, não existe carência. Entretanto, caso o número de pessoas que fazem parte do  plano for inferior a 30 pessoas, cada operadora pode calcular um prazo de carência, respeitando os limites propostos pela ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar. Muitas vezes é possível negociar a carência, por isso é importante estar de olho nas opções de planos.

 

Passo 5: desenvolver campanhas de uso consciente do plano

Utilizar o plano apenas quando necessário é o primeiro passo para reduzir o índice de sinistralidade e, consequentemente, reduzir o valor do reajuste. Por isso, é importante que o empresário incentive hábitos saudáveis no ambiente corporativo e realize campanhas que conscientizem a equipe sobre o uso do plano e sobre as consequências que seu uso equivocado traz para o coletivo.

 

Passo 6: Considere a coparticipação

Pela proposta do plano coparticipativo, o funcionário fica responsável pelo pagamento de uma parte da mensalidade do plano e a empresa paga o restante. Essa é uma boa opção para empresas que necessitam cortar gastos e que não querem deixar de ofertar o benefício ao funcionário. Fora isso, esse mecanismo funciona como um “moderador de uso” do plano, evitando o uso negligente dos serviços médicos.

 

Seguindo todos esses passos, é possível contratar o plano de saúde ideal que atenda às necessidades do seu negócio com eficiência e sem complicações. Continue acompanhando o blog da TOC e fique por dentro de notícias para a sua empresa!

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